22 de abril de 2007

Romaria, algodão doce

Eu sei que os meus filhos sofrem com as tristes figuras desta mãe-avó que não há meio de se adaptar à sua provecta idade, mas realmente eu não resisto a algodão-doce.
É toda uma quantidade de sensações que me vem com ele - a Feira Popular de Lisboa, a fascinação pelos túneis de assustar, os carrosséis que subiam e desciam em círculos sem fim e, nisso tudo, o imenso amor e o doce carinho dos meus Avós Abel e Maria... Os colos da minha infância.
O algodão-doce tem o sabor desse colo.

3 comentários:

Anónimo disse...

Não te adaptes nunca, doce Margarida...ou melhor...continua assim com essa idade bonita e a ser uma mão-avó, uma tia-amiga, fascinante!

Beijinho, doce Margarida

Cile

TINTA PERMANENTE disse...

O algodão-doce tem o sabor da eternidade!...
Abraços!

Eliane disse...

Que foto maravilhosa, Guida...