8 de março de 2007

Outro clandestino (1)

Hoje estava uma ventania como poucas vezes me lembro de ter sentido. Lá fora, muitos objectos estão a esta hora ainda estão espalhados a vários metros de distância. Só os vou recolher amanhã. Hoje teria sido inútil, porque iam voar de novo.
Estava eu anormalmente fechada em casa com todas as janelas e portas bem cerradas, quando o Diogo me chamou pelo telemóvel para eu ir ao lado de fora do portão.
Fui, a encolher-me dentro do casaco apesar do sol, e percebi. Realmente ele não podia ter entrado. Tinha nas mãos um coelhinho bravo, muito bebé, que queria mostrar-me. Se tivesse entrado com ele nada nem ninguém impediria o Borba de o usar como bola de roer.

3 comentários:

TINTA PERMANENTE disse...

Desta vez o rabit teve sorte no encontro!...
Oxalá tenha sempre...
Abraço

Eliane disse...

Como é lindo e pequenininho!!!

Anónimo disse...

Os animais bebés são uma ternura, pelo menos os felpudinhos como esse!

Leo