Vejam o que espera os lisboetas:
O que espera a gente do Porto:
O que espera a gente do Porto:
As 6 da manhã vistas da minha caverna dos livros.
A casa está pintada (embora eu tenha terminado sem saber muito bem onde começava a tinta e acabava eu) ... Eu e as tintas temos um velho contencioso. Lutamos sempre, eu com elas por intermédio da trincha. Eu ganho, mas à custa de ficar muito colorida.
E os acabamentos estão terminados, incluindo o espaço da casa-de-banho (em cima, à esquerda) e o espaço da cozinha (em baixo, à direita.
Hoje vou dar-me a um trabalho que, sempre que nele me meto, me obriga a tomar banho em diluente. :-)
Foi um dia para nunca esquecer! :-)

Vou-vos mostrar melhor a razão. Olhem o bolo que me apareceu. :-)

Eu estava cheia de medo deste almoço, mas senti-me tão acarinhada que foi impossível não gostar! E não ficar derretida.
Fiquei mesmo. :-)
PS - à Isabel, o meu obrigada pelas fotos. :-)
Sei que pareço ter abandonado toda a gente, mas o culpado é esse texto que está à vista e que tenho de ter pronto dentro de um prazo que encurta, encurta, e mal me dá tempo para respirar. :-)
Esta foi a francesinha que desejava tanto e que comi no Porto. Hummmmmmm... Que boa estava!
Na charca uma jangada para os patos e um tronco de árvore que também lhes pode servir de abrigo contra as raposas. Tudo colocado pelo Diogo.




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Passam aqui muitos aviões a caminho ou à vinda do resto da Europa. Voam tão alto que não os ouvimos, mas deixam no ar uma linha que geralmente se esbate em pouco tempo. Quando passa o segundo, já não se nota a passagem do anterior.